Ei garota tão serelepe
Vens brincando no seu querer
Vê se cuida, não amadurece
Pois tua leveza temo padecer
És belíssima como criança
Deusa nos olhos da criação
Vê se conquista sua temperança
Não se permita cair em desilusão
Olhe o mundo com olhos infantis
Sonhe teus sonhos com doce feição
Enquanto não ama com olhos febris
Há de na alegria achar solução
Viva sempre pequenina!
Viva sempre doce menina!